Como disse Steve Jobs no discurso de Stanford: “Você não consegue conectar os fatos olhando para frente. Você só os conecta quando olha para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma, eles vão se conectar no futuro. Você tem que acreditar em alguma coisa – sua garra, destino, vida, karma ou o que quer que seja. Essa maneira de encarar a vida nunca me decepcionou e tem feito toda a diferença para mim.”

Pois então, essa frase faz todo o sentido para mim. Olhando para trás, consigo conectar os pontos e entender a jornada que me trouxe até aqui. Sempre tive facilidade de aprender, sempre fui curioso e tive facilidade para aprender o que me interessava. Meu hobby preferido era visitar a antiga Livraria do Globo e procurar livros. Lembro que sempre namorava os livros de prestidigitação, mágica, hipnose e formas de entender o outro. Mas na época não imaginava que trabalharia com isso.

O tempo passou e acabei tentando cursar engenharia mecânica, que acabei largando. Aprendi a mexer em computadores e fui trabalhar com isso. Atuei em todas as áreas e o universo sempre me ajudando, me colocava excelentes oportunidades. Atuei como professor de informática, suporte, analista de sistemas, comercial…Até mesmo organizei os primeiros três FISL’s (Fórum Internacional de Software Livre). Fui, e ainda estou, funcionário público na área de informática. Mas a área de TI não me fazia feliz, a área que me encantava na TI era a criatividade e o contato com pessoas.

Em paralelo, fui migrando para o desenvolvimento humano. Após alguns acontecimentos da vida, acabei percebendo que possuia uma vontade de ajudar os outros e percebi que tinha jeito como terapeuta. Comecei minha primeira formação com Psicoterapia Reencarnacionista e Florais em 2004 e entrei no curso em que me formaria – Bacharelado em Filosofia. Nesse meio tempo, adiei o consultório até a formatura pois não tinha tempo para fazer tudo. Porque não escolhi psicologia? Até pensei, mas por alguns motivos preferi e achei que me agregaria mais o curso de filosofia.

O que eu percebo hoje é, o que me fez enrolar a formatura e demorar a abrir o consultório foi o perfeccionismo. Mas, mesmo demorando, nesse meio tempo acabei fazendo um curso na linha de liderança e motivação que me fez reencontrar algumas paixões que eu tinha pensado na infância. Esse treinamento baseava-se em programação neurolinguística, e três meses depois de fazer o curso, estava estudando tudo que podia sobre o assunto, fiz a formação Practitioner e a formação em Coach e entrei na equipe do treinamento. Fiquei dois anos na equipe, para pegar experiência com grupos e para fazer a diferença na vida daqueles treinandos. Foi um período de muito aprendizado e correria.

Bom, da PNL, estudei Hipnose, Grafologia, Fiz a formação Master Practitioner em PNL, me formei na filosofia e juntei mais algumas formações. Até que em final de 2012, mandei o perfeccionismo para o alto e abri o consultório. Nesse período, cresci muito como profissional, aprendi com meus clientes e pude vê-los melhorando como pessoa e reencontrando seus objetivos e brilho interior.

Agora, estou aqui, olhando para os pontos que se conectaram, lembrando de quando peguei um livro de hipnose na Livraria do Globo e quando comprei um de grafologia e não entendi nada… E já conectei alguns pontos que me trouxeram a algumas novidades que estão acontecendo em 2016 e que você vai conhecer acompanhando meu site…

Gratidão!